quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Não sou poeta

Não escrevo para ser poeta...
se poesia fosse o motivo,
de certo não escreveria bem.
Escrevo para ter felicidade.
Felicidade momentanea...
aquela que sentimos ao desabafar...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Alguém



Não quero alguém que me complete.


Quero alguém que me mostre que já sou completa.


Completamente feliz. Completamente capaz.


Completamente sonhadora. Completamente mulher.


Quero alguém que fique ao meu lado o tempo todo,


mesmo distante, mesmo que em pensamentos.


Quero alguém que se importe em mostrar à mim a importância que eu tenho.


Quero alguém.


Não alguém especial.


Alguém que se torne especial aos poucos e permaneça assim por toda a eternidade.



Anelise C.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Mudança

"Most people want to change the world. Few people want to change themselves"
Wizard - Book 6 - Page 54.

"Muitas pessoas querem mudar o mundo. Poucas pessoas querem mudar a si mesmas"

E isso é verdade. É facil querer mudar o mundo, é facil construir, imaginar ou idealizar um mundo perfeito. Quando idealizamos algo ou alguém tendemos à caractelizá-los da melhor forma... da melhor forma para nos agradar.
O ser humano sempre tende à ver as coisas de uma maneira que causa alegria própria e dificilmente percebe os próprios defeitos. Uma vez, alguém disse que quando apontamos defeitos em algo/guém estamos na verdade apontando nossos proprios defeitos. E isso não é de todo errado... Existe uma certa dificuldade em aceitar que temos defeitos e uma enorme facilidade em apontar defeitos em outros e querer mudá-los.
Queremos mudar o mundo, pois o achamos ''errado'', porem não queremos mudar, pois ao olharmos no espelho enxergamos a perfeição, mesmo que ela não exista.

Beijo*

sábado, 27 de agosto de 2011

Vamos ao que interessa!

Não atualizo este Blog algum tempo... Pensava que não tinha assunto algum. Continuo pensando isso, porem esperar alguma inspiração é inútil e cansei de falar de amor... principalmente do meu, de nada adianta. Por isso decidi falar sobre meus estudos.

Bom, a faculdade vai bem (estou cursando o 2º período de publicidade e propaganda) e ontem, durante a aula de Design, cheguei à uma conclusão: preciso fazer algum curso de Corel Draw e Photoshop com urgência. Sim, urgência. O exercício de ontem era criar um logotipo pessoal, uma apresentação e um logotipo principal. Não consegui fazer. De nada eu sabia. Mexia ali, mexia aqui, clicava lá, clicava cá e nada. Minha parceira aparentemente também não sabia. Creio que o que fizemos está longe de estar certo, por isso estou decidida a ir procurar algum curso sobre isto (segunda feira entrarei em contato com uma escola de informática). Percebi que esperar um milagre para aprender certas coisas não funciona!

Já sobre curso de Inglês, bom... nunca vi dificuldade alguma neste idioma. Desde o inicio acho fácil e isso me deixa imensamente feliz!


Beijos*

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Na terceira pessoa...

Cor do textoFoi com lagrimas nos olhos que aquela garota leu cada palavra escrita naquela carta. Foi com lagrimas que sentiu seu coração se apertando e se retorcendo de dor, angustia e um possivel arrependimento.

Ela sempre se perguntou em como estaria se ha alguns anos atras tivesse tomado outra decisão, ou se simplesmente tivesse esperado cinco minutos para subir a rua. Talvez jamais o tivesse encontrado. Talvez jamais tivesse conhecido o desprezo e a frieza tão de perto.

Por maiores que sejam as provas de que tal amor jamais será reciproco, ela insiste em ter esperança. No fundo do seu coração ela piamente acredita e vê duplo sentido em palavras que não passam de palavras. Em palavras que possivelmente são ditas para todas.

Sentimentalmente ela tenta se enganar justificando a falta de amor dele como medo. Racionalmente ela sabe que esse medo não existe. Ela sabe... mas sua razão não vence seu coração.

Anelise C.

domingo, 19 de junho de 2011

A mesma ladainha



Para quem acompanha esse Blog, esta postagem não será "novidade", muito pelo contrario. Já postei sobre isso diversas vezes, em algumas fui direta, em outras, bom... foi na terceira pessoa do singular.

Enfim, há quase três anos conheci uma pessoa que a principio seria só mais "uma pessoa", mas que de alguma forma conseguiu ser muito mais.

Há tempos tento esquecer, tento desvincular-me, ignorar... não consigo.

Não sei se o que me prende à ele é a forma como sempre nos tratamos, não sei se é porque ele, diferente dos outros, não se "apaixonou" por mim ou se realmente existe algo nele que desperta em mim as melhores sensações que já tive.

É um mix de sentimentos... as vezes, quando o vejo, sinto raiva, ódio... mas no fundo a vontade de abraça-lo e dizer tudo o que tenho vontade de dizer há anos é irritante! Esse não sei o que é - que chamo de amor - é muito intenso, é quase divino (ou obscuro?).

Vê-lo e não poder me aproximar pelo fato de saber que ele não quer se aproximar (porque se o quisessem já o teria feito) me deixa em pedaços que aos poucos se perdem nas lembranças... nos sorrisos... nos abraços... nas conversas... nos carinhos... nos poucos momentos vividos juntos. Eu me perco.

Entre palavras e atos ele se perde, pois sempre cai em contradição. Com doces palavras ele me enche de esperança e com frias atitudes (ou nenhuma atitude) ele me tira do paraíso e me joga no inferno.

Para esquece-lo já tentei 'tudo'... bebidas, muitos beijos trocados com lindos desconhecidos, relacionamentos sérios, greve de Internet (pelo menos de suas paginas socias) e nada funcionou - não definitivamente. Sempre que um outro alguém me fazia sofrer eu recorria à ele, mesmo que em pensamentos - e somente pensamentos... e de alguma forma ele me fazia e faz bem (ou o mal necessário).

Quero e preciso me libertar, mas sinto que enquanto não conseguir decifra-lo as portas da prisão não se abrirão para mim.



Anelise C.




ps: ouça P.S.: (I'm still not over you) - Rihanna

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O tipo de assassino que devemos ser.



As vezes é inevitável...

A vontade de voltar no tempo para fazer muitas coisas de um jeito diferente vem... é incontrolável. Machuca. Faz chorar. Faz pensar. Repensar.

O tempo não volta. Os erros que cometemos jamais são totalmente esquecidos. Podemos tentar quantas vezes quisermos. Não mudamos o que foi feito.

O maximo que podemos fazer é pensar melhor antas de agir novamente.

Assim como assassinos calculistas, temos que pensar em todos os detalhes, observar a situação antes de agir, esperar o momento certo e fazer o possivel para que as consequencias não sejam muito ruins. Assassinos calculistas, não assassinos impulsivos que agem sem o menor cuidado e deixam pistas espalhadas por todos os lados.



Anelise C.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Não tema

Não tema parecer infantil,

pois acreditar em contos de fadas

liberta a alma,

guia a mente para um lugar perfeito.


Não tema amar,

pois mesmo quando não correspondido

o amor motiva,

acende a chama da esperança.


Não tema rir,

apesar de parecer clichê,

o riso é um tremendo remédio.


Não tema as respostas,

pior do que uma resposta desagradável

é o silêncio.


Não tema crescer,

pois ser imaturo não pára o tempo.

Cresça mentalmente, evolua,

mas continue com a alma de uma criança.

Seja puro.


Não tema ser quem você é,

tema passar pela vida

e ser um simples "ninguém"


Um sorriso pode fazer a diferença;
Um beijo pode eternizá-lo na memoria de alguém.



Anelise C.

sábado, 14 de maio de 2011

Tente esquecer...



As vezes parece que,

para esquecer um amor

é preciso fingir que ele nunca existiu

ou ao menos, fingir que não o sente mais.


Funciona até que

ele volta.

Sorrindo; com o brilho das estrelas

nos olhos.


Até que você se dá conta

de que tentar esquece-lo

o faz lembrá-lo.



Anelise C.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A terapia das "palavras ao vento"

Que garota nunca teve um diário? Bom...eu tinha. Um diário mesmo, desses de papel que "aposentei" após o nascimento do meu Blog.
Há dois dias eu o peguei e li. Senti um imenso sentimento de nostalgia e por vários momentos ri. Sim, eu ri. Ri dos meus sentimentos: Amor, ódio, medo, saudade, alguns erros de ortografia, amores platónicos etc.
Enquanto lia, percebi que as palavras nunca são ao vento, nem mesmo as que parecem ser. Lembrei que, naquele tempo, todos os sentimento citados eram verdadeiros e me dominavam; tomavam conta de meus pensamentos.
Ri porque consegui supera-los e porque hoje não os sinto mais - sinto, mas por outras pessoas/motivos. Percebi que aprendi a superar meus medos, aprendi a enfrentar meus demônios.
Palavras que são escritas com sentimento, nunca são em vão. No momento em que são escritas tornam-se parte da história e aliviam quem as escreve. Após serem escritas fazem rir, trazem o sentimento nostálgico, o ar de superação, a esperança e a coragem para subir outros degraus.
Escrever é uma verdadeira terapia.

Anelise C.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

É facil x É dificil

É fácil apontar o erro alheio;
É fácil resolver o problema de outra pessoa;
É fácil dizer que é exagero quando se está fora da história;
É fácil calar quando não é com você;
É fácil comparar qualidades quando se enaltece as próprias;
É fácil rir de quem te ama quando você não corresponde;
É fácil ser corajoso quando se sabe o que acontecerá;
É fácil dizer "eu te amo" para conseguir coisas;
É fácil contar um segredo de outra pessoa;
É fácil maltratar,
Mas é difícil ser você mesmo num mundo em que as aparências são super valorizadas,
É difícil perdoar alguém que lhe fez sofrer,
É difícil não perdoar alguém que você ama,
É difícil pedir perdão,
É difícil esquecer
E é difícil andar de cabeça erguida após um erro que ainda não foi perdoado.
Mas temos que tentar...


Anelise C.

Beeijo*

domingo, 10 de abril de 2011

Receitinha (=

14 dias se passaram desde a minha ultima postagem (que ninguem comentou =[ ) e resolvi postar novamente!
Mas hoje não escreverei sobre mim, nõ escreverei histórias com personagens (mas que são baseadas em experiencias pessoais), não dissertarei sobre algo, não comentarei alguma tragédia. Acho que neste Blog, nunca postei algo desse tipo.

Receitinha!!!!!!

Suco de kiwi com abacaxi e gengíbre!

Você vai precisar de:
Meio abacaxi perola, picado em rodelas;
2 kiwis , picados tambem;
20 gramas de gengibre.

Bata tudo no liquidificador, coe e pronto! Nem precisa açucar, pois o tipo de abacaxi é bem docinho, mas ser quiser adoçar use mel (adoro substituir açucar por mel).
Essa é a receita da revista, mas se você preferir, pode colocar mais ou menos abacaxi/kiwi/gengibre. Faça do seu jeito!

Esse suco é bom para: refrescar, curar ressaca e desinchar!
Experimentem e digam o que acharam!

Beijo *

domingo, 27 de março de 2011

Último Beijo

Último Beijo

Até agora já tive muitos
ultimos beijos,
mas o pior
foi o que eu pensei
ser o primeiro de muitos.

Anelise C.



Hoje to profunda, fiz esse poema!

ps: acho que ainda "amo ele"

Beeijo

quinta-feira, 17 de março de 2011

Censura

É... fui censurada! A postagem que estava aqui "causou" e fui obrigada a retira-la.
A época da censura voltou!









domingo, 20 de fevereiro de 2011

O que eu espero não dizer e nem sentir futuramente

Então gente, achei o seguinte texto num livro de escola e ele me fez pensar. É lindo.

Instantes

Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros.

Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.

Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a serio. Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.

Iria a mais lugares aonde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida, claro que tive momentos de alegria.

Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos; não percas o agora.

Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse a viver, viajaria mais leve.

Se pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono.

Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse uma vida outra vez pela frente.

Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.

Texto é de autoria desconhecida. Alguns, entretanto, o atribuem ao escritor argentino Jorge Luis Borges, e outros, à escritora americana Nadine Star.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Lembranças


Aquela garota tinha muitos problemas, mas com certeza falta de memória não era um deles. Ela não se esquecia. Nunca se esquecia de nada. Mas ao contrario do que todos pensavam, isso não era para ela um dom, e sim um tormento.
Deitava-se toda a noite as 23:30, mas só conseguia dormir depois das 3:00. Estava atormentada. Lembranças não saiam de sua cabeça. Ela ainda conseguia sentir aquele perfume no ar, aquele perfume que pertencia à ele... e ele nunca pertencera à ela.
Lembrava-se de cada detalhe, de cada toque, de cada sorriso e de cada beijo, que para ela, eram inigualaveis. Lembrava-se também das promessas subentendidas, das conversas escondidas, das desculpas dadas.
Sabia que tudo aquilo não passara de mentiras. Sabia que para o dono daquele perfume ela não passara de um passatempo.
Por anos tentou esquecê-lo, mas suas tentativas eram falhas. Tentou odia-lo, mas para cada sentimento ou situação ruim proporcionadas por ele, lembrava-se de pelo menos duas situações boas.
Apesar de para ela todas as lembranças possuirem igual significado, sempre se lembrava do primeiro dia e do primeiro sorriso - que no fundo, para ela, foi o unico sorriso sincero.
Ela não o tinha mais, sequer o teve. Mas tinha lembranças que com ela permaneceriam pelo resto da vida.

Anelise C.