domingo, 19 de junho de 2011

A mesma ladainha



Para quem acompanha esse Blog, esta postagem não será "novidade", muito pelo contrario. Já postei sobre isso diversas vezes, em algumas fui direta, em outras, bom... foi na terceira pessoa do singular.

Enfim, há quase três anos conheci uma pessoa que a principio seria só mais "uma pessoa", mas que de alguma forma conseguiu ser muito mais.

Há tempos tento esquecer, tento desvincular-me, ignorar... não consigo.

Não sei se o que me prende à ele é a forma como sempre nos tratamos, não sei se é porque ele, diferente dos outros, não se "apaixonou" por mim ou se realmente existe algo nele que desperta em mim as melhores sensações que já tive.

É um mix de sentimentos... as vezes, quando o vejo, sinto raiva, ódio... mas no fundo a vontade de abraça-lo e dizer tudo o que tenho vontade de dizer há anos é irritante! Esse não sei o que é - que chamo de amor - é muito intenso, é quase divino (ou obscuro?).

Vê-lo e não poder me aproximar pelo fato de saber que ele não quer se aproximar (porque se o quisessem já o teria feito) me deixa em pedaços que aos poucos se perdem nas lembranças... nos sorrisos... nos abraços... nas conversas... nos carinhos... nos poucos momentos vividos juntos. Eu me perco.

Entre palavras e atos ele se perde, pois sempre cai em contradição. Com doces palavras ele me enche de esperança e com frias atitudes (ou nenhuma atitude) ele me tira do paraíso e me joga no inferno.

Para esquece-lo já tentei 'tudo'... bebidas, muitos beijos trocados com lindos desconhecidos, relacionamentos sérios, greve de Internet (pelo menos de suas paginas socias) e nada funcionou - não definitivamente. Sempre que um outro alguém me fazia sofrer eu recorria à ele, mesmo que em pensamentos - e somente pensamentos... e de alguma forma ele me fazia e faz bem (ou o mal necessário).

Quero e preciso me libertar, mas sinto que enquanto não conseguir decifra-lo as portas da prisão não se abrirão para mim.



Anelise C.




ps: ouça P.S.: (I'm still not over you) - Rihanna

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O tipo de assassino que devemos ser.



As vezes é inevitável...

A vontade de voltar no tempo para fazer muitas coisas de um jeito diferente vem... é incontrolável. Machuca. Faz chorar. Faz pensar. Repensar.

O tempo não volta. Os erros que cometemos jamais são totalmente esquecidos. Podemos tentar quantas vezes quisermos. Não mudamos o que foi feito.

O maximo que podemos fazer é pensar melhor antas de agir novamente.

Assim como assassinos calculistas, temos que pensar em todos os detalhes, observar a situação antes de agir, esperar o momento certo e fazer o possivel para que as consequencias não sejam muito ruins. Assassinos calculistas, não assassinos impulsivos que agem sem o menor cuidado e deixam pistas espalhadas por todos os lados.



Anelise C.