sábado, 12 de outubro de 2013

Antes de Partir

Recentemente assisti o filme Antes de Partir que, conta a historia de dois homens de classes sociais completamente diferentes que descobrem que estão com câncer em estágio terminal. Ambos tem no máximo 1 ano de vida. Dividindo o mesmo quarto no hospital, eles se tornam amigos e decidem fazer uma lista com tudo que eles gostariam de fazer antes de partirem. 
No decorrer do ano, eles viajam pelo mundo, escalam, vão à lugares paradisíacos, saltam de para-quedas e ironicamente, vivem os melhores dias de suas vidas. Em um determinado momento do filme, um dos senhores conta uma história ao outro. Ele diz o seguinte: "Antigamente, os egípcios acreditavam que ao morrer e chegar aos portões do céu, duas perguntas eram feitas e, as respostas à essas perguntas definiria se a pessoa entraria ou não." O outro senhor indaga: "Quais eram as perguntas?" E o outro, por sua vez, responde: "Você encontrou a felicidade na vida? Você foi o motivo da felicidade de alguém?". Após  esse diálogo acontece um silencio e durante esse silencio eu me emocionei e percebi que se eu partisse, provavelmente não saberia responder à essas perguntas. Ultimamente não tenho me considerado uma pessoa feliz. Tenho sim momentos de felicidade, mas são apenas momentos. Olhando em quadro geral, parece que sempre falta algo e eu não sei exatamente o que é. Sei que muitas pessoas dizem que a felicidade existe dentro de cada um, mas me pergunto como encontrarei tal felicidade que parece estar tão bem escondida.
Em relação à outra pergunta, acredito que eu tenha feito (em algum momento) alguém feliz, mas não sei se cheguei a ser todo o motivo ou sequer se o momento de felicidade proporcionada à outra pessoa foi duradouro o suficiente para ela se lembrar de mim. 
Quando penso que um dia vou morrer, sinto uma tristeza... Não pelo simples fato de morrer, mas por não saber o que acontecerá depois, por não saber se farei falta à alguém, por medo de não ter feito o suficiente e não ter sido realmente feliz. Tenho medo de chegar ao fim da vida e olhar para trás... Medo de que ao olhar para trás eu perceba que ao invés de viver eu apenas sobrevivi.
E você, já se perguntou se é realmente feliz? Sabe se é o motivo da felicidade de alguém? Você tem VIVIDO ou apenas SOBREVIVIDO? 

Vale a pena uma reflexão... 

Trailer do filme:

domingo, 15 de setembro de 2013

Decepção e Perdão

Pois é... Há algum tempo eu descobri algo sobre alguém que me deixou extremamente chocada! Não vou falar o que é e nem sobre quem é, mas é obvio que é alguém que eu amo...
Sabe quando você tem um pressentimento ou algum sonho estranho e acorda meio maluca, achando que tudo aquilo pode realmente estar acontecendo? Então.. eu tive um sonho e acordei meio pirada! Quem conhece este blog há algum tempo sabe que eu me empolgo e vou atras do que quero e neste caso, tudo o que eu queria era saber a verdade.
Pois bem... Fui atrás, surtei, pesquisei, dei uma de Obama (espionei todas as páginas que a pessoa tinha na net!) até que minhas suspeitas se confirmaram... na verdade, o rolo todo era bem pior do que eu pensava, ou como se diz aqui em Minas, o buraco era mais embaixo! 
Você consegue imaginar meu ódio e meu sofrimento? Eu fiquei com muita raiva por perceber que eu não conhecia a pessoa tão bem quanto eu pensava e sofri porque não conseguia ligar o "botão foda-se".
Eu me importava. Me importava num nível em que eu me sentia na obrigação de ajudar a pessoa a superar aquele vício, a sair daquela situação. Minha cabeça dizia: Corre enquanto tem tempo! Corre e nem olha para trás! Mas meu coração dizia: Fica. Ajuda, faz o possível e o impossível para reverter ou pelo menos curar isso tudo!
Eu não sabia o que fazer e acabei, como sempre, seguindo o coração. O difícil é que mesmo perdoando os erros da pessoa eu não consigo esquecer isso tudo. Eu não consigo mais confiar... Quando essa pessoa me diz que está em lugar X eu fico me perguntando se está em X ou Y, Z, J e todo o alfabeto!
O que eu quero dizer com esse texto é que eu não sei. Não sei se uma decepção tão grande quanto a que eu sofri merece perdão ou merece uma segunda chance. Não sei se as pessoas mudam mesmo... Não sei até quando vou conseguir levar isso adiante. É difícil olhar para uma pessoa que você realmente ama e quer bem sem saber se ela é confiável, mas se imaginar sem ela também é ruim...

: (

sábado, 13 de julho de 2013

Dirigir

Bom... há algum tempo (mais de um ano) finalmente tirei minha carteira de habilitação! Foram 5 reprovações, mas na sexta tentativa me aprovaram (provavelmente o examinador cansou de arriscar a vida com essa louca aqui dirigindo).
Acontece que dirigir é prática e depois que eu fui aprovada, eu não pratiquei! Meu irmãozinho super fofo não é do tipo que empresta o carro e minha mãe não é do tipo que insiste muito para que ele ou qualquer outra pessoa no planeta Terra empreste... 
Enfim, hoje minha mãe precisou dos meus serviços de motorista (já que meu irmão foi operado há uma semana e não pode se movimentar muito) e eu entrei em pânico - simples assim - PÂNICO! Eu tirei o carro da garagem normalmente, comecei a dirigir certinho até que quase atropelei um cidadão!

GRANDE PARENTESE( Em cidades pequenas como a minha, o povo acha que passeio serve de enfeite! Os passeios existem, mas 9 em cada 10 pessoas preferem andar livremente pelo meio das ruas e sem olhar para atravessar... Dirigir dentro da minha cidade, definitivamente não é coisa pra mim... ou dirigir em qualquer lugar não é coisa pra mim... ah, foda-se!)

Bom... depois de QUASE atropelar uma pessoa eu tremi na base e deixei o carro morrer (até aí tudo bem, to super acostumada a matar carros), mas depois desse sustinho eu não consegui ser eu mesma! Fiquei louca!
Continuei dirigindo, mas minha mãe (que nem dirige) já mandou eu estacionar e, se existe algo mais difícil (em minha humilde opinião) do que fazer curvas ou andar dentro dessa cidade é ESTACIONAR!
O que posso dizer... hum.. subi num enfeite, digo, passeio e o carro morreu novamente! Resultado: minha mãe teve que pedir ajuda de um estranho para estacionar o carro direitinho e tivemos que chamar minha tia para levar a gente pra casa por que eu encasquetei que nunca mais vou dirigir na minha vida! Tipo, nunca mesmo

GRANDE PARENTESE

(Nunca mais o carro do meu irmão ainda mais com a minha mãe do lado, que ao invés de me acalmar, ficou brava e nervosa! O carro do meu namorado eu já dirigi e nem foi tão mau assim - ele foi um fofo!! E tem muita paciência!! E diz que eu fico linda dirigindo!! E deixa eu ligar o som para relaxar!! :D )

Eu dirijo mau e reconheço isso, mas é impossível dirigir melhor se sempre que eu quero dirigir, algo ou alguém me deixa nervosa! Preciso praticar, mas parece que sempre que tento, algo ruim ou quase criminoso acontece... Fico insegura! Fico com medinho e muito pessimista!


Obs.: Que bom que os ônibus e circulares existem!!!

Beijos :*

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Estranho

Tão estranho sentir-se feliz ao relembrar o passado e tão triste ao notar o presente. 
Lembranças que deveriam seguir o trajeto comum de uma lembrança - que é se enfraquecer com o passar dos tempos - pregam peças; aguçam sentidos; tornam-se mais fortes e vívidas. 
Um vento frio traz consigo um aroma conhecido, porém indecifrável. 
Uma música passa a ter mais melodias em sua própria melodia.
Um sabor, como que por mágica ou simples truque do cérebro, desperta a lembrança visual e após todas essas etapas, é seu rosto que ainda se atreve à perturbar.


Anelise C.

domingo, 26 de maio de 2013

Dia dos Namorados


É... fiquei muito tempo encalhada!!


Daí que hoje me lembrei dessa data e consequentemente, lembrei que tinha que comprar alguma coisa (pra dar aquele ar de "oh, minha vida!" no relacionamento... garantir que a paixão da cara dure mais! hahahaha), enfim, enquanto procurava um presente, percebi que depois que comecei a trabalhar e a ganhar mais, fiquei ainda mais mão de vaca com meu suado dinheirinho! Achava tudo caro demais! Minha cara em todas as lojas era "essa blusa não vale 120 reais!" "Uma jaqueta por 400 reais?!? N - U - N - C - A!". 
Sabe.. não acho necessário (e nem sábio) comprar uma coisa cara pra alguém se não tenho coragem de gastar determinado valor nem comigo mesma! É que tem gente que quer fazer bonito e sai por aí comprando coisas caras, coisas de marca e tal e depois fica mergulhado em uma piscina de dívidas. 
Não sei se as coisas estavam mesmo muito caras ou se era só o escorpião do meu bolso falando, mas no fim das contas, acabei comprando um par de sapatos que estava com um preço bom (se comparado com as outras coisas que eu vi, amei e não tive coragem de passar o cartão). 

Pequenas curiosidades (pequenas mesmo, pois estou com preguiça de escrever):

  • Nos EUA o Dia dos Namorados é comemorado no dia 14 de fevereiro em homenagem ao padre São Valentin, que dava sua benção à casais que fugiam para se casar. 
  • No Brasil, esse dia é comemorado em 12 de junho, data escolhida pelos comerciantes para aumentar as vendas neste mês e também por ser véspera do dia de Santo Antônio (santo milagreiro, digo, casamenteiro).  

Para mais informações sobre esse dia, clique aqui: http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-dos-namorados.htm


Até mais, muchachos! :*

domingo, 7 de abril de 2013

Mudança de hábito

Acontece que eu mudei de estágio!
Já fazia algum tempo que eu pensava em procurar outro emprego, mas não sei se por medo ou comodidade, não procurei... Até que o emprego procurou por mim! Isso mesmo, fui solicitada (hahaha morro de orgulho)!
Uma conhecida trabalhava neste lugar há dois anos, porém, estava cumprindo aviso prévio e precisava de alguém (capacitado) para substituí-la e a coordenadora do meu curso me indicou (lágrimas de orgulho)!
Marquei a entrevista de emprego; menti fui sincera ao responder todas as perguntas, levei algumas peças do meu portfólio, sorri e consegui o estágio!
Mas, como toda mudança de hábito é exaustiva, estou me sentindo morta cansada. É que eu começo a trabalhar as 11h30 e depois vou direto para a faculdade. Levanto cedinho para ir à academia, almoço as 10h00 (sim, almoço as dez da madrugada... como esse pessoal que vai trabalhar as cinco da manhã na roça e as dez já ta morrendo do fome) e depois, pego o ônibus para ir trabalhar e só volto pra minha humilde residência as 23h00.
Estou adorando o novo estágio, pois estou aprendendo mais e recebendo mais (uhul!), mas ficar tanto tempo longe de casa, não poder tomar um banho refrescante pra assistir às aulas e ficar longe da minha mãe, é triste!

Acho que isso é que é "ter uma vida de adulto"!

Beijo :*